segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Sabendo sem saber Esperando sei lá o quê Coração aflito e alegre ao mesmo tempo Unhas vermelhas Orações fervorosas e sinceras Torcida mais que especial Meias da Barbie Família reunida Turbilhão de decisões Nova certeza se inicia. Sentimentos ultrajantes e cíclicos, Posso ir mais além... E sei onde posso chegar!! (E como quero chegar)

*25/07/2009 - Quase desisti de publicar!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Saber do que não se sabe
Esperar sabe-se lá o quê
Sobrepujar as vontades
Esperar pelo amanhecer
Quase tantas coisas,
Mas quase nada concreto
Ser o que não gostaria
Quando se gostaria fazer direito
Pensar que é o problema
Ou que tem o problema
Tentar achar solução pra tudo
E só viver nesse dilema.
Ai, Deus! Nada sou, ou posso ser
Pecisando saber, conhecer...
Viver!!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Junho!

Forró é a música de fundo.
Coloridas são as bandeirinhas que enfeitam antes do céu.
Cheiro de milho e terra molhada exala-se por aí.
Coração palpita tão matuto... Tão alegre.
Tudo isto lavado a muita chuva.
Regado a milhões de sorrisos.
Movimentado pelo ritmo da quadrilha matuta!
Poucas conversas pertinho do ouvido, pra não perder o ritmo.
Época de não preocupação com o mundo da moda,
Tempo de comer milho e tudo que derive dele,
De vestir-se de alegrias, sorrisos,
Dançar forró, mesmo quando não se sabe,
Se renovar, ter esperanças e ser feliz!

Ela! [Parte I]

Ela que acha que não sonha ou não acredita no que sonha!
Que sempre foi a “bonitinha” e se acabava de ver filmes de comédia-romântica [e jurava que era a mocinha que encontrava o príncipe encantado].
Ela sempre cheia de esperanças em Deus, nas pessoas, sentimentos, coisas...
Que dança, dança, tenta, tenta... Melhora daqui e Dalí... Ou piora!
Vive achando que vai pintar o mundo e pintar de flor.
Ela ama... Ama tanto que nesses dias morre do coração.
Ela que sempre acha que é sua vez e, nunca é, mas um dia há de ser e ela sabe que sim! Enquanto isso, sorrisos ela espalha por aí!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Pretérito.

Foi a conquista mais saborosa.
A bobice mais sensata.
A viagem rápida que mais perdurou.
O incerto mais certo.
A eternidade mais curta.
Os melhores beijos e abraços.
O ausente mais próximo.
A proteção mais desprotegida.
O desejo mais sentido e autonegado.
O conjunto de movimentos e cheiros mais lembrados.
O "não" mais complicado.
As maiores conversas em pouquíssimas palavras.
O real mais duvidoso.
O pouco que fez [faz] falta.
A maior verdade para o bombeador sanguíneo.
Foi! [In]FELIZMENTE não é mais!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Errada?!

Estaria errada se não desejasse (mais que tudo) a eternidade. Estaria errada se quisesse me contentar com uma vida medíocre. Estaria errada se não me apegasse a perfeição. Estaria errada se não tivesse esperança. Estaria errada se não desejasse tê-lo ao meu lado mesmo quando já tens companhia (e pareces amar esta companhia). Errei quando deixei que escapásseis por entre meus dedos.
Estaria errada se desistisse [agora] do sol!

quarta-feira, 18 de março de 2009

"Minha condição, minha condução..." ♪

Ora pois, como diz Anitelli: 'minha condição, minha condução'. Eu ando de ônibus. E como dizia nosso saudoso Élder Wirthlin: 'aconteça o que acontecer, desfrute'. Apesar de não ser a melhor coisa do mundo, não é tão mal assim andar de ônibus! Eu rio, durmo, como, conheço pessoas, encontro outras... Daí, decidi organizar e escrever alguns causos ocorridos durante minhas viagens pelos ônibus metropolitanos de Natal/RN.
  • No ônibus, as pessoas lhe analisam profundamente em questão de minutos [2 min, mais precisamente]:

-> O menino chegou pra mim e falou: "Mesmo usando all stars, jeans e eco-bags, você parece uma princesa, uma verdadeira lady!" [Vai ver que é por que eu tava usando brincos de pérolas - de bijoux, é claro].

-> Outro me reconheceu duma campanha natalina que eu fiz pra TV Assembléia há uns 4 anos. [Incrível, eu mesma nem me reconheço mais no VT, mas tudo bem], depois duma coluna social no jornal, falando sobre o casamento da minha prima, e expeliu: "Engraçada você, anda de ônibus, carrega livros, parece até gente normal" [E eu lá sou E.T.?!]

  • Adquirimos informação no ônibus.

-> Outro dia, soube da vida duma mulher todinha, sentada perto de duas outras! BBB, nem precisa falar, né?!

  • Aprendemos a apreciar a natureza.

-> Outro dia, fiquei uma hora esperando um ônibus pra ir a faculdade e o céu estava liindo de viver!

  • Aprendemos a calcular o troco.

-> A passagem custa R$ 1,85, aqui em Natal, então se a gente pagar com uma nota de R$ 2,00, que é o que acontece na maioria das vezes, o troco é R$ 0,15. Até uma criança sabe disso, inclusive, outro dia, um menino estava com sua mãe, o cobrador não tinha R$ 0,05 do troco e deu apenas uma moeda de R$ 0,10, na mesma hora o menino exclamou: "Eeeeei, tah faltando uma!"

  • Nos faz sentir sensações.

-> Hoje eu sentei numa cadeira do ônibus, tava tão quente que eu dei um pinote e falei bem alto: "Aff Maria"!

  • A percepção das pessoas é incrível.

-> Eu estava dormindo, uma mulher me acordou e perguntou: "Você estava dormindo?"

  • Andar de ônibus nos impulsiona a querer ser mais.

-> Toda vez que pego um ônibus cheio, me atraso por que o ônibus quebrou, sou chingada por que bati a ponta do livro e machucou alguém, eu tenho mais vontade de trabalhar, estudar e ser gente, pra poder comprar um carro e me livrar daquilo tudo! kkkkkkkkkk³

=D